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5 anos depois, tô voltando.

E então, de um dia pro outro, decidi dar uma sacudida na vida – e no meu nível de ansiedade – é claro. Novamente viajarei sozinha e novamente para Nova York, como em 2004, quando fui a primeira vez.

Naquele tempo, alguns bons anos mais nova, tudo que eu queria era uma experiência nova. Viajar sozinha, morar com gente desconhecida, ouvir diferentes línguas, passear, passar frio, comer porcarias, conhecer a neve, trabalhar para pagar tudo isso e aprender inglês. Não morei em Nova York e aprendi mais espanhol do que inglês. Te lo juro que yo hablo portuñol español muy bien!

Fui de novo. Em 2006 lá estava eu novamente na terra do Tio Sam dessa vez experiente e não sozinha. Trabalhei o dobro – senão o triplo – ganhei dinheiro, gastei dinheiro, aproveitei, chorei e viajei. Quanto ao inglês, passei a entender com facilidade tanto quando lia, quanto quando ouvia. Falar não era fácil, mas eu me fazia entender. A necessidade faz coisa.

Uma das minhas resoluções de ano-novo – que fiz questão de compartilhar publicamente no Facebook – e agora o faço aqui é:  pensar menos, fazer mais. Em uma sexta-feira fui demitida, viajei a São Paulo na semana seguinte, voltei era Carnaval e na quinta-feira após as ‘cinzas’ visitei algumas agências de viagem.

A ideia: Viajar por um mês para onde fosse possível, o quanto antes possível, e nesse tempo, fazer um curso de inglês.

O objetivo: Estudar, manter a cabeça pensante, viver e conviver novamente com a língua, com outras pessoas e em lugares diferentes, patinar por aí, pensar na vida e me presentar com umas férias.

Então, na segunda-feira estava eu com passagem comprada para duas segundas depois, novamente voltar para NYC, que no momento, era a possibilidade mais viável.

É isso, darei um tempo da vida na ilha para curtí-la um pouco em outra ilha, antes do próximo passo. :)